{"id":1766,"date":"2019-11-01T14:28:24","date_gmt":"2019-11-01T14:28:24","guid":{"rendered":"http:\/\/gotodata.com.br\/site\/?p=1766"},"modified":"2019-11-01T14:28:24","modified_gmt":"2019-11-01T14:28:24","slug":"quando-um-robo-nao-quer-dois-nao-brigam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gotodata.com.br\/web\/quando-um-robo-nao-quer-dois-nao-brigam\/","title":{"rendered":"Quando um rob\u00f4 n\u00e3o quer, dois n\u00e3o brigam?"},"content":{"rendered":"<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Estudo explora a confiabilidade de agentes de intelig\u00eancia artificial na media\u00e7\u00e3o de conflitos em equipes de trabalho.<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 estamos nos acostumando a \u201couvir\u201d algumas ferramentas digitais, hoje amplamente usadas. Siri e Alexa s\u00e3o alguns exemplos difundidos de assistentes virtuais, Google Maps e Waze nos apontam dist\u00e2ncias e caminhos, isso para citar apenas alguns exemplos. Mas ser\u00e1 que confiar\u00edamos em instrumentos dotados de intelig\u00eancia artificial para mediar conflitos?\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa pergunta motivou <\/span><a href=\"https:\/\/viterbischool.usc.edu\/news\/2019\/10\/do-we-trust-artificial-intelligence-agents-to-mediate-conflict-not-entirely\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">um estudo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> que envolveu pesquisadores das Universidades do Sul da Calif\u00f3rnia (USC) e de Denver. Os pesquisadores criaram um avatar de agente virtual que interagia com uma equipe de tr\u00eas pessoas e estava programado para provocar falhas e gerar conflitos. O objetivo era avaliar se esse agente tinha potencial de atuar melhorando a colabora\u00e7\u00e3o e mediando a situa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em uma pesquisa anterior, o mesmo grupo detectou que as pessoas tinham mais liberdade para fazer confiss\u00f5es a um terapeuta virtual. Na experi\u00eancia agora apresentada, a conclus\u00e3o foi distinta. Os envolvidos tiveram menos propens\u00e3o a se envolver com Chris, o agente virtual, quando os conflitos surgiam.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As 27 situa\u00e7\u00f5es de teste foram realizadas em uma academia militar. Em nenhuma das ocorr\u00eancias o agente foi ignorado ou menosprezado. Os membros da equipe interagiam com ele normalmente, ouvindo, sendo simp\u00e1ticos e agradecendo por suas contribui\u00e7\u00f5es. Contudo, quando se iniciava o contexto conflituoso, o envolvimento dos humanos com a m\u00e1quina diminu\u00eda consideravelmente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isso indica que os agentes virtuais ainda n\u00e3o gozam de tanta credibilidade para mediar conflitos, mas as perspectivas s\u00e3o boas. Coment\u00e1rios dos participantes indicaram a percep\u00e7\u00e3o de que essas ferramentas s\u00e3o neutras e imparciais. &#8220;Nossos resultados mostram que agentes virtuais e rob\u00f4s potencialmente sociais podem ser bons mediadores de conflitos em todos os tipos de equipes. Ser\u00e1 muito interessante descobrir as interven\u00e7\u00f5es e respostas sociais para finalmente integrar perfeitamente agentes virtuais em equipes humanas para que eles tenham melhor desempenho&#8221;, comenta Kerstin Haring, professor assistente de ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o na Universidade de Denver, autor principal do estudo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os cientistas pretendem reproduzir essa investiga\u00e7\u00e3o em outros ambientes profissionais.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo explora a confiabilidade de agentes de intelig\u00eancia artificial na media\u00e7\u00e3o de conflitos em equipes de trabalho. &nbsp; J\u00e1 estamos nos acostumando a \u201couvir\u201d algumas ferramentas digitais, hoje amplamente usadas. Siri e Alexa s\u00e3o alguns exemplos difundidos de assistentes virtuais, Google Maps e Waze nos apontam dist\u00e2ncias e caminhos, isso para citar apenas alguns exemplos. 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